Quando o assoalho estufou pela segunda vez, os proprietários da casa em São Paulo se renderam: era necessário remover as réguas de madeira e refazer a impermeabilização. Temerosos de novas dores de cabeça, decidiram abrir mão das tábuas e investir num piso frio. “Pensamos em estender o travertino do hall ao restante da sala. Os clientes, no entanto, mudaram de ideia ao conhecer este porcelanato com aparência de pedra”, lembra a arquiteta Patricia Martinez, que inicialmente torceu o nariz.
Satisfeita com o resultado, repetiu a fórmula na área externa, onde, em nome da praticidade, empregou ripas de concreto com textura de madeira junto à piscina e à churrasqueira.

Os donos da casa não pensavam em trocar os revestimentos da área social, até que uma infiltração levou à reforma. A nova obra expôs a versatilidade do porcelanato e do concreto.

O travertino da entrada deu lugar ao porcelanato de 0,60 x 1,20 m (Portoro).
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