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Cortinas sem mistério: 8 modelos para todos os gostos

Toda boa cortina guarda um segredo camuflado no tecido, na confecção impecável, na forma como é presa e até no tom. Para cada situação, os profissionais indicam uma composição, como você vê nesta galeria. Aproveite também as respostas às dúvidas dos leitores.

Leveza

Janela extensa pede leveza: Depois de incorporar o terraço à sala, surgiu esta questão: que cortina usar na nova janela de 10,50 m de comprimento e 2,60 m de altura? “Em função da grande extensão, precisávamos de leveza. Por isso, o tecido branco numa medida justa, sem excesso”, explica o arquiteto Roberto Migotto, autor do projeto. Batizada de Lexus, a trama de poliéster lembra uma gaze de linho, mas oferece a resistência característica dos sintéticos. A confecção optou pela prega americana com barra de 15 cm de altura. “Deixamos sobrar 4 cm sobre o chão. Fica mais chique.” O trilho suíço está escondido na sanca de gesso, assim como o rolo da tela solar por trás. Executada pela Decoramelo, a cortina empregou 40 m do tecido Lexus, da Donatelli. Sofá e mesa de centro da Érea e poltrona da Montenapoleone. Tapete da Square Foot.

Cortina de seda

Seda evoca estilo clássico: A decoração clássica da sala assinada pelas arquitetas Maria Paula Brasil e Maria Claudia Brasil pedia uma cortina com o mesmo espírito. Elegante, a seda foi eleita para o xale com pregas americanas e barra de 20 cm de altura. “Delicada, a seda precisa da proteção de um forro resistente ao sol. Aqui, usamos um voal costurado sem volume para não interferir no visual”, ensina Maria Paula. Juntos, ambos criam uma composição leve, determinada pelos tons claros e pela transparência das tramas. “Queríamos um clássico jovem, sem peso.” Detalhes reforçam o estilo – caso do varão duplo de ferro com ponteiras e das braçadeiras de raiom e algodão. Na foto, varão do Spazio Franccioli e braçadeiras da Chacur. Almofadas da Villa Mercato.

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